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Clínica Intercor

cuidando do seu coração.

 

 

 

 

Palpitações:

 

Muitos de nós já apresentamos palpitações durante a vida. É a descrita pelos pacientes de diversas formas, mas habitualmente caracteriza-se pela sensação de que o coração está batendo com força além do normal, como se fosse um soco no peito de dentro para fora. Algumas pessoas apresentam sintomas diários, muitas vezes vários episódios
num mesmo dia.

Pra a maioria das pessoas, estas palpitações não representam um problema grave e tão pouco uma ameaça à vida.

Medicamentos ou intervenções são necessários, nestes casos, somente quando os sintomas ocorrem muito freqüentemente ou incomodam o paciente. Porem, principalmente para aqueles que já apresentam alguma doença, como infarto ou chagas, estas palpitações podem ser o prenúncio de arritmias malignas que, eventualmente são causadas de morte.

 

 

 

Hipertensão Arterial:

 

A hipertensão arterial é uma doença, caracterizada pela elevação dos níveis da pressão arterial. Todas as pessoas, mesmo as sadias, apresentam variações dos valores da pressão, porém, quando estes se encontram persistentemente elevados, podemos estar Diane de um hipertenso.

Milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de hipertensão primária aquela em que há outra doença motivando o aumento dos níveis a pressão arterial, como pode acontecer com algumas doenças endócrinas, cardiológicas e renais. Pode parecer estranho, mas habitualmente a hipertensão não trás sintomas, ou seja, podemos ser portadores e sentir absolutamente nada. Por isso é considerada um mal silencioso.

Todas as pessoas, independente da raça, idade e sexo, podem se tornar hipertensas. No entanto, o mais comum é que a doença surja após os quarenta anos, geralmente em pessoas que se encontram acima do peso e que sejam sedentárias. Ter parentes hipertensos também confere maior chance a alguém de se tornar um, ou seja, a doença tem também base genética.

 

 

 

 

 

Teste Ergométrico:

 

Frequentemente recebemos pacientes em nossos consultórios sem queixas, apenas para realização de check-up. Com o aumento da incidência das doenças cardiovasculares, como a hipertensão e a dislipidemia – alteração do colesterol, cada vez mais a busca pela prevenção se intensifica, o que é mais do que adequado.

No entanto, fazer o maior numero de exames possível, apesar do que possa parecer, nem sempre reflete uma boa avaliação. Exames complementares, como o próprio nome diz, servem para complementar o raciocínio medico e não para substituí-lo.
O teste Ergométrico, exame caracterizado pela realização de exercício sobre esteira rolante, sob monitorização da pressão arterial e da atividade elétrica do coração, é tipo como obrigatório, tanto pelos pacientes quanto por muitos médicos.

 

 

Infarto do Miocárdio:

 

Existem poucas doenças na história da medicina que causaram tantas mortes como o infarto do miocárdio. Ainda hoje, milhares de pessoas morrem por terem sido vítimas de um, muitos milhares de outras seguem vivas, porém com graves consequências.
O conceito de infarto é muito simples: ausência de oxigenação de um grupo de células. No caso do coração, do miocárdio.

Habitualmente o infarto cardíaco ocorre em virtude da obstrução de uma ou mais artérias coronárias, geralmente devido a presença de uma placa de gordura na parede do vaso. Esta placa rica em colesterol se rompe repentinamente, dando início a uma cascata de eventos, mediados principalmente pelas plaquetas, que levam a formação de um trombo e consequente obstrução do vaso, impedindo o fluxo de sangue. Sem ele, as células miocárdicas ficam sem oxigênio e morrem.

Os sintomas do infarto agudo são muito variáveis, mas de um modo geral nota-se a presença de um aperto torácico, acompanhado de sintomas adrenérgicos, como palidez cutânea, sudorese fria e náuseas. Muitas vezes os braços podem formigar e as costas podem doer. Idosos e pessoas com diabetes apresenta sintomas que podem muitas vezes confundir até mesmo os médicos, como falta de ar e dor de estômago. O diagnóstico definitivo depende da avaliação de alguém capacitado e da realização do eletrocardiograma.

 

 

 

 

Risco Cirúrgico:

 

Uns dos temores de quem vai se submeter a um procedimento cirúrgico são as complicações que podem decorrer dele. Os problemas podem ocorrer mesmo antes da operação começar, pois muitos dos pacientes ficam ansiosos, preocupados e podem apresentar alterações que, algumas vezes podem até levar ao adiamento da cirurgia.

No entanto, o que mais preocupa os médicos são as complicações que podem ocorrer durante e após o ato operatório. Por isso, antes de submetermos alguém a algum procedimento, são solicitados diversos exames, com o objetivo de identificar possíveis intercorrências.

Porém, em boa parte das vezes o medico cirurgião pede, além dos exames tradicionais, a avaliação de um cardiologista. Isto ocorre, pois o coração é um dos órgãos mais exigidos durante o período pré-operatório e é fundamental que ele consiga suprir as necessidades do organismo nesta fase. Doenças cardiológicas, mesmo as incipientes ou assintomáticas, podem se transformar em verdadeiras catástrofes medica após uma cirurgia.

 

Fatores de Risco:

 

Desde pequenos ouvimos que prevenir é melhor que remediar. Quando o assunto é doença cardiovascular, a regra segue valendo mais do que nunca. Inúmeros estudos populacionais nos ensinaram, ao longo de décadas, quais são os fatores de risco para o desenvolvimento deste grupo e doenças e que intervir sobre eles podem ser muito eficiente para diminuir a incidência delas.

Antes, e preciso entender o conceito de fator de risco. De um modo geral, fator de risco são características que se presentes em uma pessoa conferem a ela uma chance maior de desenvolver determinada doença, ou neste caso, grupo de doenças. Ou seja, se compararmos um grupo de indivíduos sadios com outro em que o fator de risco está presente, notaremos que o primeiro grupo, ao longo do tempo, terá menos pessoas doentes se comparado ao outro. No entanto, de modo algum podemos garantir que nenhuma pessoa sadia desenvolverá a doença, do mesmo modo que é quase certo que alguém do outro grupo, mesmo com o passar do tempo, permanecerá hígido. Um exemplo: andar em alta velocidade aumenta o risco de acidente, o que não quer dizer que este ocorrerá certamente; da mesma forma, trafegar em baixa velocidade diminui as chances de alguém acidentar-se porem, eventualmente, o acidente poderá ocorrer.

São vários os fatores de risco conhecidos para as doenças cardiovasculares. Destacam-se os seguintes: idade avançada, sedentarismo, obesidade, diabetes, hipertensão, aumento do colesterol, tabagismo. Ter parentes que já tiveram a doença, entre outros. Como pode ser notado, e alguns destes fatores podemos intervir, em outros não. Assim surge o conceito de fator modificável e não modificável. Não há como intervirmos sobre a idade de alguém e sobre sua herança genética. Estes são fatores não modificáveis. Por outro lado, sobre todos os outros podemos intervir, seja evitando-os ou controlando-os.